Sabor & Paladar

Receitas

Filé à Wellington Novembro 30, 2007

Arquivado em: Receitas Salgadas — Dani @ 3:43 pm

Pra variar zapiando impacientemente, acabei por assistir o GNT.DOC sobre Violas, pois estava mostrando Portugal, segui pelo próximo The F Word com o chef britânico Gordon Ramsay.

Primeiramente, gostei do purê de couve Flor, depois de cozidas, coloca-se leite enquanto ainda estão na panela, creme de leite também, e bate-se no liquidificador tudo quente para se ter a consistência desejada. Me pareceu ótimo! Ele usou porções pequenas nos pratos para distribuir por cima Vieiras cozidas na manteiga.

Mas oque me chamou mesmo a atenção foi a variante do filé à Wellington preparado por ele.

Fui pesquisar mais na Internet, encontrei várias receitas brasileiras que usam presunto comum e patê de fígado, e um deles informava: “Este prato esteve muito na moda nos anos 60 e começa a ressurgir em cardápios europeus. Foi dado o nome em homenagem ao Duque de Wellington e é uma boa opção para um jantar diferente e sofisticado”.

A versão apresentada por Gordon me deixou com água na boca:

Primeiramente limpe uma peça de Filé Mignon roliço com sal e pimenta, depois disso selar na frigideira com um pouco de azeite ou óleo. Estando Dourado e selado pincelar toda a parte externa com mostarda, ele usou a inglesa. Reserve na geladeira.

Pegue cogumelos Shitake, retire o cabo e coloque no processador, faça uma pasta, coloque essa pasta na frigideira e refogue sem adicionar líquidos, pois eles devolvem muito a panela. Reserve e deixe esfriar.

Pegue um pedaço de papel filme, de tamanho grande, no centro coloque lado a lado fatias de presunto Parma, por cima a mistura de cogumelos já cozidos formando um quadrado com tudo, ao centro coloque o filé selado inteiro, enrole para que o restante do presunto e pasta de cogumelo fiquem em toda a lateral parecendo um rocambole, enrole todo plástico filme bem firme como um bombom gigante e leve para a geladeira por uma meia hora.

Abra a massa folhada pronta com o rolo, ao centro coloque a carne sem o papel filme, pincele em toda a parte interna que sobrar gema de ovo(seja generoso). E cole toda a massa na carne parecendo um rocambole. Passe mais gema na parte externa, faça pequenos cortes externos só para desenhar a massa (e sem aparecer o recheio) e salpique sal grosso. Leve para o forno até o ponto da massa estar pronta.

Ulalá! Estou com água na boca de pensar nesse suculento pedaço de carne envolto em massa folhada. Basta cortar pedaços de +/- 2,5 cm de espessura e servir.

Veja o processo todo através do link no You Tube

Receita original em: Channel 4

Créditos: Food TV Blog

 

Berinjela Novembro 29, 2007

Arquivado em: Receitas Salgadas — Dani @ 3:30 pm

Alimento versátil possibilita uma infinidade de preparos e versões: mistura, prato principal ou antepasto, enfim, cada um com suas receitas deliciosas. Eu tenho as minhas três preferidas.

Uma manhã dessas estava aguardando meu atendimento no ortopedista e na tv da sala de espera passava o Mais Você da Globo e a receita era o famoso Casadinho de Berinjela de um estabelecimento do bairro do Mandaqui, (http://receitas.maisvoce.globo.com/Receitas/Paes_Salgadinhos/0,,REC25215-7780-64+CASADINHO+DE+BERINJELA,00.html) essa eu guardei naquele índice das receitas que devemos preparas ao menos uma vez em vida.

Mas esse post vem para tratar da receita em si de outras duas formas, bem como disse tenho minhas três preferidas: Lasanha de Berinjela (dispensa receitas), na brasa a Parmegiana (aprendi com meu ex chefe – não de cozinha e sim de trabalho – Viola) e Berinjela ao Shoyu e alho que minha mãe escreveu a receita à partir de um almoço com as amigas também adoradoras da boa cozinha.

Berinjela a Parmegiana

  • Lavar e secar a Berinjela com casca e inteira;
  • Furar com um garfo várias vezes cada uma delas e colocar na grelha da churrasqueira virando de vez em quando. Tomar cuidado para não queimar a casca (o cozimento é rápido);
  • Quando estiver com a polpa mole, abrir pelo comprimento, colocar um pouco de sal na Berinjela aberta, colocar molho de tomate pré preparado de sua preferência, uma fatia de mussarela, regar com azeite, por cima um pouco de orégano e voltar a grelha na brasa até o queijo derreter e o molho borbulhar.

Comer de joelhos

Berinjela ao Shoyu e Alho

  • Lavar e secar a Berinjela inteira;
  • Cortar em rodelas com casca;
  • Não precisa salgar, pois o molho de soja já é bem salgado por si só.
  • Em uma chapa frisada, lisa ou frigideira anti-aderente, colocar um pingo de azeite e ir dourando pacientemente cada rodela dos dois lados e reservar em outro recipiente;
  • Depois de todas estarem devidamente douradas e no ponto, colocar lado a lado em uma assadeira ou pirex e regar com um pouco de azeite, shoyu e por cima alho previamente frito ou comprado pronto.

Sirva-se sem moderação, essa é bem light, facílima de fazer e deliciosa.

 

Figo Seco Iraniano Novembro 28, 2007

Arquivado em: Ingredientes — Dani @ 3:49 pm

 

Figo! (Não Luiz Figo belissimo jogador de portugal)

Ta ai uma fruta saborosa e não muito apreciada nem muito conhecida pela grande maioria das pessoas.

 

Um hábito em minha família, principalmente na época de natal. Seja o seco saboreado recheado com nozes ou também a fruta, descascada, empilhada e regada com leite condensado e nozes trituradas para finalizar.

 

Porém hoje venho escrever sobre outra qualidade de figo, também seco, de menor tamanho e que infelizmente nosso Brasil ainda não produz. Guarde bem esse nome “Figo Seco Iraniano”.

 

Delícia!, ótimo para aquele lanche rápido, bom parar nutrir o corpo sem levar peso na bolsa, para qualquer hora. Há quem utilize em saladas, molhos e farofas, hidratados com vinho do porto e recheados com nozes e avelãs, mas eu ainda prefiro ele puro como tira-gosto.

 

Só precisa de um cuidado para consumo: pelo menos cortá-lo em dois pedaços para verificar a inexistência de nenhum bicho desidratado junto com o processo de secagem antes da colheita. Normal né!

 

Sempre que vou a Rua Santa Rosa esse é um item da minha lista de compras, solicito que seja separado em vários saquinhos de +/- 200 gramas para armazenar e utilizar como fonte de energia, carboidrato e minerais.

 

Fui pesquisar na net sobre o assunto e de site nacional encontrei esse: http://caras.ig.com.br/cozinha/cozinha_55.htm

 

A figueira (Ficus carica) é nativa de regiões ao redor da Ásia Menor e do Irã. Não é por acaso, pois, que o ensolarado Vale Estahban, na província iraniana de Fars, a sudoeste de Teerã, tem os campos tomados por 2 milhões de pés de figo distribuídos em 20 mil hectares.

 

Para se chegar à textura ideal — casca fina e miolo cremoso e crocante, dado pelas sementes —, grande parte da umidade evapora ao sol. São colhidos entre verão e outono, quando já secaram na árvore. São limpos, fumigados — para evitar o ataque de insetos —, armazenados em temperatura  fria e empacotados.

 

400 Gramas – Técnicas de Cozinha Novembro 27, 2007

Arquivado em: Livros — Dani @ 4:52 pm

400 g

Meu próprio presente de aniversário esse ano – 22/11 (eu me dou sim presentes de aniversário e natal, já que batalho pela grana que recebo mereço me mimar né!) foi um livro de culinária.

Título: 400 Gramas – Técnicas de Cozinha – ISBN: 8504011203

Há tempo estou mantendo a vontade de comprar um “Dona Benta” (o da minha mãe foi herdado pela minha ex cunhada – PS: Não que o livro tenha ajudado sua falta de dom, mas naquele momento ela precisava muito mais dessas ricas instruções que tenho certeza nunca foram lidas, que eu). Mas ainda o Dona Benta me parecia distante de ser a resposta a minha inquietação em descobrir as coisas que não tenho conhecimento.

Pois bem: navegando, navegando e navegando encontrei alguns comentários sobre esse trabalho inédito no Brasil e feito por Brasileiros, fui pesquisando site aqui com artigo http://revistamenu.terra.com.br/edicoes/107/artigo63880-1.htm, site lá http://trivialfenomenal.zip.net/arch2007-09-16_2007-09-22.html, lendo comentários, até decidir em comprá-lo.

Oque me chamou a atenção foi por trazer técnicas de cozinha e principalmente por não ser uma tradução. Foi escrito a quatro mãos (Betty Kövesi e pelos chefs Carlos Siffert, Carole Crema e Gabriela Martinoli) e não possui fotos. (Isso foi o mais interessante, ele é rico em ilustrações). A leitura é bem divertida, diagramado com muito bom gosto, a impressão também de muita qualidade, tipo de papel resistente, enfim, um livro de muito conteúdo.

Viva a Internet por tudo isso, e principalmente pela rapidez da entrega do site das americanas.

Ainda estou no começo da leitura, (já passei pelos tipos de cortes, tipos de cocção e agora estou na parte de fundos e caldos para cozimento) e já foi o suficiente para me sentir satisfeita com a aquisição e obrigada a divulgar o material para que outros com a mesma sede de conhecimento culinário possam saber a respeito.

 

Japonês sempre! Novembro 26, 2007

Arquivado em: Lugares — Dani @ 12:33 pm

Primeiro post sobre lugares, hummmm sou suspeita com lugares para se apreciar uma boa refeição.

Sexta passada fomos jantar em grupo.  O restaurante japonês sugerido foi o Koban em moema http://www.restaurantekoban.com.br/home.html. Já havia recebido um convite para o mesmo local anteriormente, mas acabou não vingando.

Agora sou eu atestando também, muito bem servido, o atendimento e serviço impecáveis. Serve no rodízio a mesma variedade que a maioria serve: Missoshiru, tempurá, harumaki, guioza, shimeji em porções individuais, temaki, yakissoba, teppan, e o combinado muito bem preparado, variado e apresentado entre sushis e sashimis e a parte quente como hot-roll tb.

Ainda inclui-se sobremesa ou frutas ou sorvete, mas sinceramente?!? não estava disposta a provar depois de um jantar muito bem apreciado.

Quando chegamos, +/- 20hs, (depois da loucura do trânsito em SP em sextas-feiras via 23 de maio) o lugar ainda estava tranqüilo, mas próximo da nossa saída +/- 22:30 o restaurante já estava com as mesas até da área externa lotadas e uma boa fila de espera. Fica a dica, se estiver com fome vá cedo, se gostar de espera para ver e ser visto apareça após as 21hs. 

Lugar também é muito bem decorado.

 

Olá mundo! Novembro 21, 2007

Arquivado em: Sem-categoria — Dani @ 11:00 am

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

Boas vindas do Blog, muito legal.

Sempre que se começa um Blog deve-se pensar, será visitado? Não sei…rs Mas ficará meu registro food para futuras consultas.

Será que eu tenho um lado Amélia? Pode ser, essa dias estava me lembrando da minha infância, o quanto que eu adorava brincar com a minha mini cozinha, os detalhes dos mantimentos que pegada da minha mãe para fazer real a brincadeira, e o tanto de criatividade empregada nessa brincadeira, eu fazia até potes com tampa de água mineral. Agora ocupando o posto de mulher moderna que trabalha fora venho percebendo o quanto adoro cozinhar, por terapia mesmo. Colocar as panelas no fogão, fazer barulho, bagunça, preparar algo gostoso, compartilhar com quem se gosta é bom demais. 

Faz um tempo que venho mais colecionando receitas que colocando a mão na massa mesmo, mas andei resgatando e colocando em prática algumas execuções.

No feriado de finados acabei assistindo Ana Maria no “Mais Você” gostei de uma mensagem a qual o texto coloco abaixo:

São 6 horas. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.

Estou tão acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até! Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles. Se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas. Aquário?… Olhando os peixinhos nadarem. Espaço?… Fazendo alongamento. Leite condensado?… Brigadeiro. Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro para funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos da mulher e por que ela fez isso conosco, que nascemos depois dela.  Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós… Elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária…

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã, tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre “vamos conquistar o nosso espaço”. QUE ESPAÇO, MINHA FILHA!!?? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz! Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim! E, PIOR, NOS LARGANDO NO CALABOUÇO DA SOLTEIRICE AGUDA.  Antigamente, os casamentos duravam para sempre. Por que?, me digam por que, um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso… Tava na cara que isso não ia dar certo.

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratante, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus.

Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especialidades. Viramos “supermulheres”, mas continuamos a ganhar menos do que eles… Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço? CHEGA!

Eu quero alguém que abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela… Ais, meu Deus, são 7h30, tenho que levantar! E tem mais… Que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés pra cima e diga “meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?”, pois eu descobri que é muito melhor servir. Ou pensam que eu estou ironizando? 

Estou falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna… Troco pelo de Amélia. Alguém mais se habilita?

Procurei na internet a autoria do texto em questão, não encontrei nada. Se alguém sabe, por favor informe.